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	<title>mortalidade de bezerras &#8211; Rádio Terra FM</title>
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		<title>Fazendas Brasileiras Reduzem Mortalidade de Bezerras de 10% para Menos de 3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Roberto Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 21:50:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um projeto inovador transforma o cenário da pecuária leiteira no Brasil, reduzindo a mortalidade de bezerras de 10% para menos de 3% através de manejo e investimentos em estrutura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pecuária leiteira brasileira enfrenta um de seus maiores desafios: a alta mortalidade de bezerras recém-nascidas. Historicamente, as perdas giravam em torno de 10%, um índice preocupante para a sustentabilidade e rentabilidade das fazendas. No entanto, um projeto ambicioso que integra profissionais, universidades e institutos de pesquisa tem demonstrado que é plenamente possível reverter esse cenário, focando em investimentos estruturais e aprimoramento do manejo básico.</p>
<p>Desde 2017, o programa Alta Cria monitora dados de mais de 200 propriedades em dez estados, com forte atuação em Minas Gerais. A iniciativa visa converter conhecimento técnico em soluções práticas e acessíveis para os produtores. Rafael Azevedo, zootecnista e coordenador do projeto, destaca o sucesso: “O ideal é não passar de 3% de mortalidade. Já temos produtores que saíram da média de 10% e hoje trabalham com 2% ou até 1%”, afirma, evidenciando a eficácia das estratégias adotadas.</p>
<p>Exemplos práticos de sucesso vêm de produtores como os irmãos Fernando e Henrique Silva, em Coromandel (MG), que investiram R$ 550 mil em um novo sistema de criação, substituindo o sombreamento a campo por 96 casinhas individuais. O manejo foi otimizado com protocolo de cura do umbigo, pesagem e fornecimento de colostro em até duas horas pós-nascimento. Em Carmo do Paranaíba (MG), Eldes Braga focou nos cuidados com as vacas prenhes, investindo em galpão exclusivo com sistema de resfriamento e alimentação específica, resultando na redução da mortalidade para apenas 1,7%.</p>
<p>As causas da mortalidade são diversas, incluindo doenças umbilicais, diarreia, problemas respiratórios e tristeza parasitária. Contudo, as soluções implementadas – desde a proteção individual das bezerras até a nutrição e conforto das mães durante a gestação – têm se mostrado decisivas. Esses casos demonstram que a profissionalização da gestão e a atenção aos detalhes do manejo são cruciais para a atividade leiteira, garantindo a reposição do rebanho e a sustentabilidade financeira a longo prazo.</p>
<p><small>Fonte: Globo Rural</small></p>
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