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		<title>Grandes Laticínios Ampliam Aposta em Leite A2 de Fácil Digestão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Paulo Roberto Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 22:33:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O leite A2, reconhecido pela fácil digestão, ganha força no mercado brasileiro com investimentos de grandes laticínios como Piracanjuba e Xandô, que expandem suas linhas de produtos para atender à crescente demanda por qualidade e bem-estar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção e o consumo de leite A2 têm crescido significativamente no Brasil, impulsionados pela percepção de que é mais fácil de digerir em comparação com o leite convencional. Laticínios de grande porte, como Piracanjuba, Xandô e Italac, estão intensificando seus investimentos nesse nicho de mercado. Embora ainda represente menos de 1% da produção nacional, a categoria demonstra um potencial de expansão notável, atraindo consumidores que buscam alternativas com maior controle de qualidade e procedência.</p>
<p>A diferença fundamental reside na proteína beta-caseína. Conforme explica Débora Ribeiro Gomide, pesquisadora da Epamig, o leite A2 é produzido por vacas com genética A2A2, que secretam exclusivamente a beta-caseína A2. Ao contrário da beta-caseína A1, a A2 não libera o peptídeo beta-casomorfina-7 (BCM-7) durante a digestão, substância associada a desconfortos gastrointestinais em pessoas sensíveis. A identificação das vacas é feita por teste genético, e as fazendas passam por rigorosos processos de certificação e rastreabilidade para garantir a pureza do leite A2.</p>
<p>O crescimento do setor é evidenciado pelo sucesso de empresas como a Fazenda Colorado, responsável pela marca Xandô, que já reporta 65% de suas vendas provenientes de produtos A2. O diretor geral da Xandô, Eduardo Jakus, destaca que essas linhas estão experimentando um crescimento de duplo dígito, superando o mercado total de leite. Gustavo Afonso de Almeida, diretor comercial do Grupo Piracanjuba, confirma a tendência, indicando que as vendas de seus produtos A2 também crescem a dois dígitos anualmente, apesar da diferença de preço de 25% a 35% em relação a outros tipos de leite, um custo que tende a diminuir com o aumento do volume de produção.</p>
<p>Investimentos em infraestrutura são cruciais para a produção de leite A2, que exige a captação e processamento separados, além da certificação das fazendas e seleção do gado. O Laticínio Muai, da Fazenda Bom Retiro, é outro player que planeja expandir seu portfólio, introduzindo novas versões de leite e derivados A2. Rodrigo Nilo, diretor executivo da Muai, acredita no potencial de escalabilidade deste mercado, que, embora incipiente, cresce de maneira sólida, refletindo uma demanda crescente por alimentos que alinhem bem-estar e qualidade.</p>
<p><small>Fonte: Agro Noticia</small></p>
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