<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agricultura &#8211; Rádio Terra FM</title>
	<atom:link href="https://radioterrafm.com/site/tag/agricultura/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://radioterrafm.com/site</link>
	<description>A Casa da Música Sertaneja</description>
	<lastBuildDate>Tue, 03 Mar 2026 21:57:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.1</generator>

<image>
	<url>https://radioterrafm.com/site/wp-content/uploads/2021/01/cropped-logoterra-981-32x32.jpg</url>
	<title>Agricultura &#8211; Rádio Terra FM</title>
	<link>https://radioterrafm.com/site</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Revolução Agrícola: Pesquisa Paranaense Desvenda Soja Resiliente ao Clima Extremo</title>
		<link>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/revolucao-agricola-pesquisa-paranaense-desvenda-soja-resiliente-ao-clima-extremo/</link>
					<comments>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/revolucao-agricola-pesquisa-paranaense-desvenda-soja-resiliente-ao-clima-extremo/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Roberto Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 21:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Edição Gênica]]></category>
		<category><![CDATA[Embrapa]]></category>
		<category><![CDATA[Soja]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/revolucao-agricola-pesquisa-paranaense-desvenda-soja-resiliente-ao-clima-extremo/</guid>

					<description><![CDATA[As ondas de calor e as intempéries climáticas representam desafios crescentes para a agricultura global, impactando severamente o plantio e a produtividade de diversas culturas essenciais. No epicentro dessa batalha pela segurança alimentar, pesquisadores no estado do Paraná estão na vanguarda de um desenvolvimento científico promissor: a criação de uma [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As ondas de calor e as intempéries climáticas representam desafios crescentes para a agricultura global, impactando severamente o plantio e a produtividade de diversas culturas essenciais. No epicentro dessa batalha pela segurança alimentar, pesquisadores no estado do Paraná estão na vanguarda de um desenvolvimento científico promissor: a criação de uma variedade de soja intrinsecamente resistente a altas temperaturas e a períodos de seca prolongada, sem comprometer sua capacidade de produtividade.</p>
<p>Esta inovação é possível através da aplicação de técnicas avançadas de edição gênica, um método que se distingue da transgenia por sua abordagem precisa e direcionada. Enquanto a transgenia envolve a inserção de genes provenientes de espécies distintas – como a introdução de material genético bacteriano na soja – a edição gênica opera estritamente dentro dos limites da própria espécie. Neste processo, genes de variedades específicas de soja, já conhecidas por sua resistência natural à seca, por exemplo, são cuidadosamente identificados e inseridos em outras variedades mais produtivas, resultando em uma planta que agrega ambas as características desejáveis de forma integrada e eficiente.</p>
<p>Além da especificidade na manipulação genética, a edição gênica representa um salto qualitativo na aceleração do melhoramento genético. O agrônomo Alexandre Nepomuceno, pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), destaca a drástica redução no tempo necessário para o desenvolvimento de novas variedades. &#8220;O processo tradicional de melhoramento, que se baseia em cruzamentos seletivos, pode estender-se por cerca de 15 anos. Com a edição genética, esse prazo pode ser reduzido significativamente, caindo para até dois anos&#8221;, explica Nepomuceno. Essa eficiência temporal é crucial para que a agricultura possa responder com agilidade e eficácia às mudanças climáticas e às crescentes demandas de um mundo em constante crescimento populacional.</p>
<p>O rigoroso processo da edição gênica inicia-se com a seleção criteriosa das variedades de soja que possuem as características genéticas de interesse. Em seguida, os cientistas procedem à coleta de folhas das plantas selecionadas, as quais são submetidas a um processo de extração utilizando nitrogênio líquido. Esse tratamento criogênico é fundamental para romper as membranas celulares e liberar o material genético, o DNA. Com o DNA exposto e acessível, a equipe de pesquisa emprega ferramentas moleculares avançadas para analisar a composição genética da planta e identificar os genes específicos responsáveis pelas características desejadas, como a resistência à seca ou ao calor. Uma vez identificado, o gene de interesse é precisamente recortado e, posteriormente, inserido na planta receptora, culminando na criação de uma nova e otimizada variedade de soja.</p>
<p>A pesquisa desenvolvida no Paraná não apenas demonstra o potencial transformador da biotecnologia agrícola, mas também reforça o papel estratégico do Brasil na busca por soluções sustentáveis para os desafios globais da alimentação e do clima. Com a promessa de uma soja mais resiliente e produtiva, os cientistas brasileiros pavimentam o caminho para uma agricultura mais robusta, capaz de garantir a segurança alimentar e a sustentabilidade mesmo diante dos cenários climáticos mais adversos e imprevisíveis.</p>
<p><small>Fonte: Globo Rural</small></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/revolucao-agricola-pesquisa-paranaense-desvenda-soja-resiliente-ao-clima-extremo/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Especialista Alerta: A Superdosagem de Fertilizantes Compromete Lucratividade e Sustentabilidade Agrícola</title>
		<link>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/especialista-alerta-a-superdosagem-de-fertilizantes-compromete-lucratividade-e-sustentabilidade-agricola/</link>
					<comments>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/especialista-alerta-a-superdosagem-de-fertilizantes-compromete-lucratividade-e-sustentabilidade-agricola/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Roberto Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 21:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência agronômica]]></category>
		<category><![CDATA[fertilizantes]]></category>
		<category><![CDATA[produtividade agrícola]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/especialista-alerta-a-superdosagem-de-fertilizantes-compromete-lucratividade-e-sustentabilidade-agricola/</guid>

					<description><![CDATA[A crença de que o incremento na aplicação de fertilizantes se traduz automaticamente em elevação da produtividade agrícola persiste como um paradigma arraigado em muitas práticas no campo. Contudo, sob uma ótica estritamente técnica e econômica, essa correlação demonstra validade apenas até um determinado patamar. Especialistas alertam que, a partir [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A crença de que o incremento na aplicação de fertilizantes se traduz automaticamente em elevação da produtividade agrícola persiste como um paradigma arraigado em muitas práticas no campo. Contudo, sob uma ótica estritamente técnica e econômica, essa correlação demonstra validade apenas até um determinado patamar. Especialistas alertam que, a partir de certo ponto, a eficiência decai abruptamente, e os custos envolvidos podem suplantar os benefícios esperados, gerando um efeito contrário ao desejado.</p>
<p>Renato Rodrigues, head of agribusiness da Terradot, destaca que a resposta de qualquer cultura agronômica à adubação segue invariavelmente uma curva de eficiência. Inicialmente, em solos com níveis críticos de nutrientes, cada quilograma de fertilizante aplicado gera um incremento expressivo na produção, caracterizando um estágio de alta eficiência agronômica e um retorno substancial por unidade. No entanto, à medida que o solo se aproxima da suficiência nutricional, a resposta marginal começa a diminuir. &#8220;Esse processo é cientificamente conhecido como a lei dos retornos decrescentes. Consequentemente, cada quilo adicional de fertilizante aplicado passa a gerar um resultado inferior ao anterior&#8221;, explica Rodrigues, sublinhando a importância de compreender esse limite.</p>
<p>A complexidade da eficiência produtiva total de um sistema agrícola está intrinsecamente ligada a três componentes interligados. A primeira é a eficiência agronômica, que mensura o aumento da produtividade por unidade de nutriente aplicada. Em seguida, temos a recuperação aparente, que quantifica a parcela do nutriente aplicado que é efetivamente absorvida pela planta. Por fim, a eficiência fisiológica refere-se à capacidade intrínseca da planta de converter o nutriente absorvido em biomassa produtiva. Segundo Rodrigues, a redução em qualquer um desses fatores impacta negativamente a eficiência global do sistema, cenário frequentemente observado quando a dose ótima de adubação é ultrapassada.</p>
<p>Um dos equívocos mais comuns, segundo o especialista, é confundir o ponto de máxima produtividade com o de máxima eficiência econômica. Rodrigues enfatiza que estes raramente coincidem. &#8220;A última tonelada de produto agrícola gerada, em muitos casos, revela-se a mais onerosa, dado que a resposta marginal é diminuta, enquanto o custo por unidade aplicada permanece elevado&#8221;, aponta. Em um cenário de volatilidade acentuada nos preços dos fertilizantes, essa disparidade pode erodir significativamente as margens de lucro dos produtores, comprometendo a sustentabilidade financeira da operação.</p>
<p>Além das implicações econômicas, a superdosagem de nutrientes acarreta uma série de riscos agronômicos e ambientais. O excesso de nitrogênio, por exemplo, pode elevar o risco de acamamento da cultura e intensificar as emissões de óxido nitroso, um potente gás de efeito estufa. O potássio aplicado em doses superiores ao necessário pode induzir desequilíbrios na absorção de magnésio e cálcio pelas plantas. Já o fósforo, quando excedente à capacidade de fixação do solo, tende a ser imobilizado ou perdido para o ambiente, potencializando a poluição hídrica. Rodrigues alerta ainda que eventos climáticos extremos, como a influência de um El Niño, magnificam esses riscos, pois a produção pode não se concretizar devido ao estresse climático, agravando as perdas decorrentes da superdosagem.</p>
<p>Diante desses desafios, a agricultura moderna, incluindo os inovadores sistemas regenerativos tropicais, tem redirecionado seu foco. A premissa central não reside mais no volume bruto de fertilizante aplicado, mas sim na eficiência intrínseca do sistema produtivo. A adubação evoluiu de uma fórmula fixa para uma estratégia dinâmica e contextualizada. No ambiente altamente competitivo do agronegócio contemporâneo, a vantagem competitiva é conquistada por aqueles que dominam a identificação do ponto ótimo de aplicação de nutrientes, e não por quem simplesmente eleva as doses de forma indiscriminada, consolidando uma nova era para a gestão da fertilidade do solo.</p>
<p><small>Fonte: Canal Rural</small></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/especialista-alerta-a-superdosagem-de-fertilizantes-compromete-lucratividade-e-sustentabilidade-agricola/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Amapá em Crise Agrícola: &#8216;Vassoura-de-Bruxa&#8217; Devasta Plantações de Mandioca e Ameaça o Sustento de Milhares</title>
		<link>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/amapa-em-crise-agricola-vassoura-de-bruxa-devasta-plantacoes-de-mandioca-e-ameaca-o-sustento-de-milhares/</link>
					<comments>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/amapa-em-crise-agricola-vassoura-de-bruxa-devasta-plantacoes-de-mandioca-e-ameaca-o-sustento-de-milhares/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Roberto Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 21:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Amapá]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[Vassoura-de-Bruxa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/amapa-em-crise-agricola-vassoura-de-bruxa-devasta-plantacoes-de-mandioca-e-ameaca-o-sustento-de-milhares/</guid>

					<description><![CDATA[O estado do Amapá enfrenta uma grave crise agrícola que ameaça a segurança alimentar e o sustento de inúmeras comunidades, especialmente indígenas, devido à proliferação da doença conhecida como &#8216;Vassoura-de-Bruxa&#8217; da mandioca. Desde 2020, o fungo *Ceratobasidium theobromae* tem se espalhado agressivamente, levando o governo estadual a decretar situação de [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Amapá enfrenta uma grave crise agrícola que ameaça a segurança alimentar e o sustento de inúmeras comunidades, especialmente indígenas, devido à proliferação da doença conhecida como &#8216;Vassoura-de-Bruxa&#8217; da mandioca. Desde 2020, o fungo *Ceratobasidium theobromae* tem se espalhado agressivamente, levando o governo estadual a decretar situação de emergência em 2024. A enfermidade já atinge dez dos dezesseis municípios amapaenses, gerando um impacto socioeconômico devastador.</p>
<p>Edmilson Oliveira, coordenador do Conselho de Caciques do Oiapoque, expressa a dimensão da catástrofe com a fala contundente: “Perder a roça é perder uma vida.” A mandioca, base da alimentação e da economia local, representa mais do que um cultivo; é um pilar cultural e de subsistência para povos tradicionais. A doença impede a circulação da seiva no caule da planta, levando-a à seca e, consequentemente, à morte, resultando na perda total da produção para os agricultores.</p>
<p>A subsistência das famílias diretamente afetadas tem sido seriamente comprometida. O cacique Gilberto Iaparrá relata que, diante da ausência de alternativas, muitos produtores rurais foram compelidos a depender de programas sociais como o Bolsa Família. “Não tinha mais pra onde correr,” afirma Iaparrá, que complementa, destacando a superioridade do trabalho no campo em relação à assistência governamental: “Era melhor trabalhar e plantar, porque quando tem o rendimento é melhor que o Bolsa Família. A gente acostumava fazer 100 kg, já ganhava R$ 1.400. Hoje não tem.” A fala do cacique ilustra a drástica redução da capacidade produtiva e, consequentemente, da renda.</p>
<p>A origem da &#8216;Vassoura-de-Bruxa&#8217; no Amapá é investigada, com a suspeita de que o fungo tenha chegado através da fronteira com a Guiana Francesa. A velocidade de sua disseminação e a ausência de um tratamento eficaz representam um desafio significativo para a ciência. O agrônomo Stephan Winter descreve a &#8216;Vassoura-de-Bruxa&#8217; como a doença mais preocupante que já acompanhou, ressaltando a carência de informações detalhadas sobre o comportamento do fungo em seu ambiente natural. A agrônoma Samar Winter corrobora, alertando para a rapidez com que a enfermidade se propaga.</p>
<p>Em um esforço para conter o avanço da doença e mitigar seus efeitos, o governo do Amapá já investiu R$ 8 milhões em diversas ações. Contudo, a preocupação persiste. Beatriz Barros, secretária de Desenvolvimento Rural do Amapá, expressa a apreensão de que a &#8216;Vassoura-de-Bruxa&#8217; possa atingir a região de Pacuí, atualmente a maior produtora de farinha de mandioca do estado. A chegada da doença a essa área seria um golpe ainda mais severo para a economia local e para a segurança alimentar de todo o Amapá.</p>
<p><small>Fonte: Globo Rural</small></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://radioterrafm.com/site/2026/03/03/amapa-em-crise-agricola-vassoura-de-bruxa-devasta-plantacoes-de-mandioca-e-ameaca-o-sustento-de-milhares/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>

<!-- WP Optimize page cache - https://teamupdraft.com/wp-optimize/ - page NOT cached -->
